quarta-feira, 4 de outubro de 2017

HORÁRIOS DOS CONSELHOS - 3º Bimestre

3º Bimestre  - Manhã
HORÁRIO
SEGUNDA 09/10
TERÇA 10/10
QUARTA 11/10
7:00
9º A
1º C
2º C
8:00
9º B
1º D
3º A
10h e 30m
1º A
2º A
3º B
11h e 30m
1º B
2º B
3º C

3º Bimestre - Tarde
HORÁRIO
SEGUNDA 09/10
TERÇA 10/10
QUARTA 11/10
13:00
6º A
7º A
8º A
14:00
6º B
7º B
8º B
15h e 30m
6º C
7º C
8º C
15h e 30m
6º D
7º D
8º D


3º Bimestre - Noite
HORÁRIO
SEGUNDA 09/10
TERÇA 10/10
QUARTA 11/10
19h e 30m
1º E
1TA
2TC
20h
2º D
1TB
3TA
20h e 45m
3º D
2TA
3TB
21h e 30m
3º E
2TB
3TC

Palestra sobre Marketing Pessoal

Os alunos do período noturno assistiram na última segunda feira, dia 01/10, a uma palestra sobre Marketing Pessoal.
A palestrante Mayara da ESAMC, em sua palestra, deu várias dicas aos alunos que querem uma boa imagem no mercado de trabalho. Nas fotos uma das turmas enquanto assistia a esta palestra.







segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Veja quanto custam um deputado e um senador



BENEFÍCIOS SEM VALOR ESTIMADO
I- Cota postal. Na Câmara, está incluída dentro do cotão (ver observação 1, abaixo). No Senado, corresponde a 1.389 correspondências por mês.
II- Telefone celular. Na Câmara, a verba está incluída no cotão. No Senado, o benefício é ilimitado.
III- Assinatura de publicações. Na Câmara, está incluída no cotão a verba para assinar publicações impressas, TVs a cabo e serviços de internet. No Senado, além do cotão, cada parlamentar tem direito a assinar um jornal de Brasília, um de Sào Paulo, um do Rio de Janeiro e um de seu estado de origem.
IV- Carros oficiais. No Senado, cada parlamentar tem direito a um veículo, que é alugado pela Casa para esse benefício. Na Câmara, são 11 carros para uso dos seguintes deputados: o presidente da Câmara; os outros 6 integrantes da Mesa (vice e secretários, mas não os suplentes); o procurador parlamentar; a procuradora da Mulher; o ouvidor da Casa; e o presidente do Conselho de Ética.
V- Gráfica: impressões, fotocópias e material de expediente. No Senado, os valores são os da tabela principal acima. Na Câmara, seguem as quantidades permitidas: até 15 mil A4 por mês, até 2 mil A5 por mês, até 4 mil exemplares de 50 páginas por ano (200 mil páginas por ano), até 1 mil pastas por ano, até 2 mil folhas de ofício por ano, até 50 blocos de 100 folhas por ano, até 5 mil cartões de visita por ano, até 2 mil cartões de cumprimentos por ano, até 5 mil cartões de gabinete por ano, até 1 mil cartões de gabinete duplo por ano

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES NA TABELA
(1) Cotão. O cotão ou Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) varia de estado para estado. Na Câmara, vai de R$ 27.977,26 (Distrito Federal) a R$ 41.612,80 por mês (Roraima). No Senado, de R$ 21.045,20 (Distrito Federal e Goiás) a até 44.276,60 (Amazonas). Os valores na tabela acima se referem à média dos 513 deputados e dos 81 senadores, consideradas as diferenças entre estados. A média não computa adicional de R$ 1.244,54 devido a líderes e vice-líderes partidários da Câmara. No Câmara, o cotão inclui pagamento e ressarcimento de despesas como passagens aéreas, fretamento de aeronaves, alimentação do parlamentar, combustíveis e lubrificantes, consultorias, divulgação do mandato, aluguel e demais despesas de escritórios políticos, assinatura de publicações e serviços de TV e internet, contratação de serviços de segurança e cota postal e telefônica. O telefone dos imóveis funcionais da Câmara está fora do cotão: é de uso livre, sem franquia. No Senado, os benefícios de serviços postais, despesas telefônicas (fixo e celular) e assinaturas de jornais também existem, mas são concedidos à parte do cotão.
(2) Auxílio-moradia. O valor é de R$ 3.800 por mês. Mas nem todos os parlamentares utilizam. Por isso, a tabela acima considerou a média de gastos de acordo com o uso do benefício. Em 16 de julho de 2014, apenas 225 dos 513 deputados utilizavam o auxílio-moradia em vez de um dos 432 apartamentos funcionais, parte deles em reforma. Na mesma época, 20 senadores utilizavam o auxílio-moradia. Outros 54 senadores utilizavam apartamentos funcionais e 13 membros do Senado não optaram por nenhum dos benefícios.
(3) Verba de gabinete e servidores. É a verba utilizada para pagar funcionários nos gabinetes e nos escritórios nos estados. Na Câmara, são R$ 78 mil mensais para contratar de 5 a 25 funcionários comissionados, os chamados secretários parlamentares. No Senado, não há um valor específico, mas cada gabinete tem direito a possuir de 5 a 61 cargos, sendo de 5 a 6 servidores efetivos e de 12 a 55 cargos em comissão. Para se chegar ao valor de R$ 82 mil, foi utilizado um cálculo da Transparência Brasil com base no número de servidores e respectivos cargos a fim de comparar benefício semelhante ao da Câmara.
(4) Ajuda de custo. O 14º e o 15º salários foram extintos em 2013, restanto apenas a ajuda de custo, no valor de R$ 26.723,13, paga no início e no final do mandato. A ajuda de custo mencionada na tabela se refere à média anual do seu valor tendo em vista que ela só é paga duas vezes a cada quatro anos.
(5) Saúde. Na Câmara, o valor da tabela se refere à média de gastos por parlamentar com despesas médicas considerando-se os gastos do ano anterior. Em 2013, (último ano fechado), foram gastos R$ 3.483.876,89. Os deputados só são ressarcidos em serviços médicos que não puderem ser prestados no Departamento Médico (Demed) da Câmara, em Brasília. Não há ressarcimento de despesas odontológicas e psicoterápicas. No Senado, não há informaçòes sobre os valores gastos com as despesas médicas, que são ilimitadas e vitalícias Para despesas odontológicas e psicoterápicas, o máximo é R$ 25.998,96 por ano para os senadores e de R$ 32.958,12 para ex-senadores. Foi valor máximo para senadores em exercício o utilizado na tabela principal acima.
(6) Combustível. Na Câmara, o valor está incluído no cotão, mas, ainda assim, limitado a R$ 4.500 por mês. No Senado, os parlamentares possuem ainda uma verba para abastercer seus carros oficiais em Brasília. Trata-se de 320 litros de gasolina ou 420 litros de álcool por mês. Na lista acima, a estimativa foi feita pela média dos gastos com esses dois combustíveis, considerando-se o preço por litro da capital em julho de 2014: R$ 3,10 para a gasolina e R$ 2,65 para o álcool.
(7) Telefone fixo. Na Câmara, o valor está incluído no cotão e ainda há uma franquia livre nos telefones fixos dos apartamentos funcionais. No Senado, são fornecidas cotas de até R$ 500 por senador. Mas os 19 líderes partidários e de blocos e os membros da Mesa (foram considerados apenas os sete titulares) têm direito a uma cota de R$ 1.000 mensais. O valor utilizado na tabela acima, é a média por senador, consideradas essas diferenças de cotas para líderes, membros da mesa e demais senadores.
FonteCongresso em Foco, com base em dados da Câmara, do Senado e de arquivo do próprio Congresso em Foco. Informações atualizadas até 16 de julho de 2014.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Atenção pais e alunos!

TODAS   AS   REUNIÕES   ACONTECERÃO   NO   DIA  27   DE   JUNHO   DE   2017






Provocações

Zumbis com celulares nas mãos
Mauro Calliari
18 Junho 2017 | Estadão.com

Ilustração Steve Cutts – http://www.stevecutts.com/
Outro dia, estava andando na Barão de Itapetininga, em direção ao teatro Municipal. Na rua cheia de gente, desviava de vendedores de loteria, de homens-sanduíche com ofertas de emprego, de cantores religiosos, mas me intriguei com um homem que vinha andando em minha direção, segurando um celular.
Ele olhava fixamente para aparelho. Ao mesmo tempo, teclava, passava o dedo na tela, falava consigo mesmo, e parecia esperar do celular uma resposta para algum problema muito grave, urgente mesmo, a ponto de ignorar a Barão de Itapetininga, os vendedores, os homens-sanduíche, os cantores, e eu.
Quanto mais intensamente segurava o celular, mais rápido rápido andava em minha direção. Não sei porque, mas resolvi que não iria sair da frente.  Talvez achasse ridículo um adulto andar sem olhar para seu caminho, talvez estivesse curioso para ver até ver onde ele iria.Top of Form
Bottom of Form
Pois ele continuou andando e olhando para o celular até que, a uns poucos centímetros de mim, estancou. Olhou-me irritado, como se eu tivesse invadido seu mundo virtual. Parecia querer dizer algo, mas desistiu e olhou para seu celular. E seguiu em frente, embora, resmungando algo incompreensível em língua de zumbi.
Isso anda acontecendo em toda a parte. Todo psicólogo, antropólogo, sociólogo já estudou e escreveu sobre o celular e a nova sociedade contemporânea. Como, ao mesmo tempo em que ele nos conecta com quem está longe, nos afasta de quem está perto. Como, numa sala de espera, a pessoa fica acometida de uma solidão invencível, em meio à multidão conectada.   Pensando nisso, num vagão do metrô, resolvo olhar para as telas para descobrir o que pode ser tão absorvente e urgente. Vejo joguinhos. Aparentemente, há bolinhas coloridas que encostam em outras bolinhas e que depois explodem. Vejo caixinhas de diálogos recheadas de figurinhas, corações, carinhas. Vejo fotos, muitas fotos, vídeos de gatos e pandas, e ouço música que vaza dos fones.

Concluo que não há nenhuma urgência, há apenas o vício.

Essas pessoas sobem as escadas rolantes olhando para a tela e tropeçam no último degrau. Elas chegam a uma esquina e não conseguem decidir se seguem ou se param. Outras estancam na frente do caixa e ficam boquiabertas diante da pergunta: “quer nota fiscal?”. Vi uma moça numa fila da farmácia. Acho que ela ainda está lá, parada, lambendo a tela com o dedo, enquanto a atendente tenta fazê-la lembrar do código do programa de fidelidade.
Uma cidade na Holanda resolveu ajudar os pedestres distraídos com seus aparelhos, a não morrerem atropelados. Na beirada da calçada, instalaram uma luz forte, no chão, que alerta para o perigo.
O problema maior, porém, é quando a pessoa que olha o celular está dirigindo.   Entre a maquininha de 200 gramas e a máquina de uma tonelada, o sujeito escolhe a primeira.  E o carro fica na mão de um zumbi.  Alguns, em estado mais avançado de dependência, começam a teclar, antes do carro parar totalmente e não vêem a faixa, os pedestres, os outros carros. Só a tela, com o monstrinho que come as frutinhas coloridas, ou a mensagem com o homenzinho amarelo sorrindo.
E quando batem o carro, ou atropelam alguém, não se dão conta de que cometeram um crime. Afinal, eles tinham que abrir o vídeo dos patinhos que atravessam a rua em Los Angeles pois nada parecia ser mais importante naquele momento.